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13 de Agosto de 2022
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Nós não somos do século de inventar as palavras. As palavras já foram inventadas. Nós somos do século de inventar outra vez as palavras que já foram inventadas.
José Almada Negreiros

 
Quanto mais silêncio houver num livro, melhor ele é. Porque nos permite escrever o livro melhor, como leitor.
António Lobo Antunes

 

 
Sempre imaginei que o paraíso será uma espécie de biblioteca
Jorge Luis Borges


Não se pode ensinar tudo a alguém, pode-se apenas ajudá-lo a encontrar por si mesmo.
Galileu Galilei

 
A melhor prova de que a navegação no tempo não é possível é o facto de ainda não termos sido invadidos por massas de turistas vindos do futuro.
Stephen Hawking

Início Livro do Mês Março 2010
Março 2010 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
solido.jpgCem Anos de Solidão
Gabriel Garcia Marquez
D. Quixote

«Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.» Com estas palavras - tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de "À Procura do Tempo Perdido" - começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Marquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.