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25 de outubro de 2026
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Um romance é como um arco de violino, a caixa de ressonância é a alma do leitor.
Stendhal

Toda a poesia é luminosa, até a mais obscura.
O leitor é que tem às vezes em lugar de sol, nevoeiro dentro de si.
Eugénio de Andrade

 
O verdadeiro analfabeto é aquele que aprendeu a ler e não lê.
Mário Quintana

 
Nada na vida deve ser receado. Tem apenas que ser compreendido.
Marie Curie

 
Nada na vida deve ser receado. Tem apenas que ser compreendido.
Marie Curie

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 Rosa Brava
José Manuel Saraiva
Oficina do Livro, 2005

 

Em 1368, D. Leonor Teles de Menezes, a mulher mais desejada do Reino, casa com o morgado de Pombeiro, D. João Lourenço da Cunha. O matrimónio é imposto por seu tio, D. João Afonso Telo, conde de Barcelos. Mulher fora do tempo, aceita contrariada o casamento, que a melancolia da vida do campo não ajuda a ultrapassar. Por isso, decide abandonar o marido e parte para Lisboa, para gozar a vida de riqueza e luxúria que a Corte proporciona. Perversa e ambiciosa, não tem dificuldade em seduzir o jovem monarca, D. Fernando, alcançando, desse modo, o poder que sempre desejou.