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27 de Julho de 2026
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Um romance é como um arco de violino, a caixa de ressonância é a alma do leitor.
Stendhal

 
Aprendi que um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se.
Gabriel García Márquez

 
Já que não podemos ler tantos livros quantos os que podemos ter, basta que tenhamos tantos quantos possamos ler.
Séneca

 
As pessoas, de início, não seguem causas dignas. Seguem líderes dignos que promovem causas dignas.
James Clerk Maxwell

 
Na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma.
Antoine Lavoisier

Dezembro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
A rapariga que roubava livros
Markus Zusak
Presença

Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito.
E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência.