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19 de Maio de 2026
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Tristes tempos os nossos, é mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito.
Albert Einstein

Toda a poesia é luminosa, até a mais obscura.
O leitor é que tem às vezes em lugar de sol, nevoeiro dentro de si.
Eugénio de Andrade

 
Se um livro é mau, nada o pode desculpar; sendo bom, nem todos os reis o conseguem esmagar
Voltaire, pseud. de François-Marie Arouet

 
O que não consigo criar não consigo compreender.
Richard P. Feynman

 
Eu não gosto dela e lamento alguma vez ter tido alguma coisa a ver com ela.
Erwin Schrödinger sobre a Mecânica Quântica

Início Livro do Mês Fevereiro de 2011
Fevereiro de 2011 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
.Pensageiro frequente
Mia Couto
Caminho, 2010


Originalmente concebidos como artigos para uma revista, estes textos ganham autonomia e actuam como breves mas indeléveis peças literárias.
Um reencontro com a escrita de Mia Couto num livro que se abre como uma aguarela das terras e das gentes de Moçambique.
Excerto:
«A partida de futebol é sempre mais que o resultado. O mais belo num jogo é o que não se converte em pontos de classificação, é aquilo que escapa ao relatador da rádio, são os suspiros e os silêncios, os olhares e os gestos mudos de quem joga dentro e fora das quatro linhas.»
Actualizado em Quarta, 02 Fevereiro 2011 10:32