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16 de setembro de 2026
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Diz-me e eu esquecerei. Ensina-me e eu lembrar-me-ei. Envolve-me e eu aprenderei.
provérbio chinês

 
As pessoas, de início, não seguem causas dignas. Seguem líderes dignos que promovem causas dignas.
James Clerk Maxwell

 
Se um livro é mau, nada o pode desculpar; sendo bom, nem todos os reis o conseguem esmagar
Voltaire, pseud. de François-Marie Arouet

 
O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.
Issac Newton

 
Eu não gosto dela e lamento alguma vez ter tido alguma coisa a ver com ela.
Erwin Schrödinger sobre a Mecânica Quântica

Março 2010 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
solido.jpgCem Anos de Solidão
Gabriel Garcia Marquez
D. Quixote

«Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.» Com estas palavras - tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de "À Procura do Tempo Perdido" - começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Marquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.