Este site não está atualizado, consulte o site do agrupamento atualizado em www.aeffl.pt
Siga-nos RSS Facebook Twitter
27 de Julho de 2026
  • Decrease font size
  • Default font size
  • Increase font size

 
Se um livro é mau, nada o pode desculpar; sendo bom, nem todos os reis o conseguem esmagar
Voltaire, pseud. de François-Marie Arouet

 
Sempre imaginei que o paraíso será uma espécie de biblioteca
Jorge Luis Borges

Alguns livros são injustamente esquecidos; nenhum livro é injustamente lembrado.
Wystan Hugh Auden

 
O que não consigo criar não consigo compreender.
Richard P. Feynman

 
A honestidade foi e será sempre a arma decididamente mais forte para todas as lutas da humanidade que vive e progride.
Enrico Fermi

Início Biblioteca Escolar
Biblioteca Escolar


Início PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
21 de Março - Dia Mundial da Poesia
 . 
 

Ver claro

Toda a poesia é luminosa, até
a mais obscura.
O Leitor é que tem às vezes,
em lugar de sol, nevoeiro dentro de si.
E o nevoeiro nunca deixa ver claro.
Se regressar
Outra vez e outra vez
e outra vez
e essas sílabas acesas
ficará cego de tanta claridade.
Abençoado seja de lá chegar.

Eugénio de Andrade

 
Clube de Amigos da Biblioteca PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Clube de Amigos da BibliotecaClube de Amigos da Biblioteca
A Biblioteca pretende criar um Clube de Amigos da Biblioteca (alunos) com o objectivo de colaborar e dinamizar algumas actividades da BE/CRE tais como: Feira do Livro, Quermesse, Bibliopaper, decoração do espaço, entre outras.

Se és uma pessoa activa, com espírito criativo e cooperativo e tens algum tempo disponível, inscreve-te. Receberás formação adequada, um cartão como membro do Clube e, no final do ano lectivo, um certificado de participação.
Participa! Junta-te à equipa da Biblioteca!

 
Livro do Mês PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 Rosa Brava
José Manuel Saraiva
Oficina do Livro, 2005

 

Em 1368, D. Leonor Teles de Menezes, a mulher mais desejada do Reino, casa com o morgado de Pombeiro, D. João Lourenço da Cunha. O matrimónio é imposto por seu tio, D. João Afonso Telo, conde de Barcelos. Mulher fora do tempo, aceita contrariada o casamento, que a melancolia da vida do campo não ajuda a ultrapassar. Por isso, decide abandonar o marido e parte para Lisboa, para gozar a vida de riqueza e luxúria que a Corte proporciona. Perversa e ambiciosa, não tem dificuldade em seduzir o jovem monarca, D. Fernando, alcançando, desse modo, o poder que sempre desejou.

 
Poema da Quinzena PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Manhã

Na manhã recta e branca do terraço
Em vão busquei meu pranto e minha sombra

O perfume do orégão habita rente ao muro
Conivente da seda e da serpente

No meio-dia da praia o sol dá-me
Pupilas de água mãos de areia pura

A luz me liga ao mar como a meu rosto
Nem a linha das águas me divide

Mergulho até meu coração de gruta
Rouco de silêncio e roxa treva

O promontório sagra a claridade
A luz deserta e limpa me reúne

Sophia de Mello Breyner Andresen

 
<< Início < Anterior 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 Seguinte > Final >>

Pág. 48 de 52