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8 de Agosto de 2020
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De tudo o que se escreve, apenas amo o que se escreve com o próprio sangue.
Nietzsche

Como todos os homens da Biblioteca, viajei na minha juventude; peregrinei em busca de um livro, talvez o catálogo dos catálogos.
Jorge Luis Borges

 
Se um livro é mau, nada o pode desculpar; sendo bom, nem todos os reis o conseguem esmagar
Voltaire, pseud. de François-Marie Arouet


Não se pode ensinar tudo a alguém, pode-se apenas ajudá-lo a encontrar por si mesmo.
Galileu Galilei

 
O oposto de uma afirmação correcta é uma afirmação falsa. Mas o oposto de uma verdade profunda pode ser outra verdade profunda.
Niels Bohr

Início Atividades Arquivo Mercúrio.ESFFL A Ciência tem Limites? (Parte II)
A Ciência tem Limites? (Parte II) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
A “estrela” da divulgação científica 

   Jornalista iconoclasta, conhecido divulgador da ciência (trabalhou para a revista Scientific American, de 1986 a 1997; hoje director do Centro de Jornalismo de Ciência do Stevens Institute of Technology, em New Jersey), John Horgan, anunciou o “Fim da ciência.”

   John Horgan, pensa que a ciência dita “pura” (ou de base) atingiu os seus limites: “No futuro já não são de esperar descobertas científicas revolucionárias.”

 A Ciência tem Limites?

  Advirta-se que se trata de um personagem “insuportável” do ponto de vista das comunidades científicas, o qual apregoa o fim da ciência há mais de uma década, sobretudo a partir da publicação do seu best-seller intitulado, precisamente, “O Fim da Ciência”.

 

    A objecção mais frequente que lhe opõem é a de que o que diz não é novo: já houve, há 100 anos, cientistas que pensaram que a ciência estava esgotada. Mas, depois, vieram Einstein e outros génios negar essa afirmação.

   Mas Horgan contrapõe dizendo que “não é lógico dizer que, porque a ciência avançou tão depressa a dada altura, vai continuar a fazê-lo”, e que, pelo contrário, “foi provavelmente a aceleração vertiginosa do progresso naquela época que constituiu uma anomalia”, um acidente na história da ciência.

    Outra objecção dos críticos de John Horgan é que, visto que as respostas da ciência suscitam sempre novas perguntas, não faz sentido dizer que a ciência esteja a atingir os seus limites. Ao que Horgan replica afirmando que “essas perguntas dizem apenas respeito a questões de pormenor” (por exemplo, qual a massa do top quark) dentro de velhas teorias.A Ciência tem Limites?

    Há também algumas perguntas fundamentais que simplesmente não têm resposta, isto é, resolução do ponto de vista científico, tais como: “Porque é que o Big Bang aconteceu?” ou “Qual era a probabilidade do aparecimento da vida no universo?” Este tipo de questões será sempre, segundo Horgan, incluído no campo das “especulações não-confirmadas”, algo mais próximo da Filosofia do que da ciência – aliás, Horgan considera que a Física actual se traduz em “Filosofia com equações”, na medida em que não tem obtido resultados empíricos capazes de confrontar as novas teorias como, por exemplo, a das “super-cordas”.

 A Ciência tem Limites?    Horgan também não poupou a fraqueza da neurobiologia (a Biologia do cérebro e da consciência), como fonte de aplicações médicas, contra os que afirmam que esta ciência está ainda na infância, para justificarem a falta de respostas. Segundo Horgan, “tem havido poucos avanços na compreensão da mente”, uma vez que se continua a trabalhar a partir de paradigmas obsoletos face a essas questões.

  Quanto a pretender explicar geneticamente doenças como a esquizofrenia, comportamentos como a homossexualidade ou características como um QI alto, isso, responde Horgan, “é ilusório, dado o número de genes, de combinações e de factores ambientais implicados.”

 

Fontes:

Agência Lusa 21/Out/2007

Jornal Público 28/Out/2007

 

 

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