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21 de Fevereiro de 2020
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Nós não somos do século de inventar as palavras. As palavras já foram inventadas. Nós somos do século de inventar outra vez as palavras que já foram inventadas.
José Almada Negreiros

 
Nada na vida deve ser receado. Tem apenas que ser compreendido.
Marie Curie

 
As pessoas, de início, não seguem causas dignas. Seguem líderes dignos que promovem causas dignas.
James Clerk Maxwell

 
A melhor prova de que a navegação no tempo não é possível é o facto de ainda não termos sido invadidos por massas de turistas vindos do futuro.
Stephen Hawking

 
A honestidade foi e será sempre a arma decididamente mais forte para todas as lutas da humanidade que vive e progride.
Enrico Fermi

Início Atividades Núcleo do Ambiente Olhão: A “New York Lusa” da Indústria de Conservas de Peixe
Olhão: A “New York Lusa” da Indústria de Conservas de Peixe PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Joaquim_RodriguesNo âmbito das actividades do Núcleo do Ambiente da nossa escola, teve lugar no dia 11 de abril , no auditório da ESFFL, uma palestra proferida pelo Doutor Joaquim Rodrigues intitulada Olhão: A “New York Lusa” da Indústria de Conservas de Peixe. Participaram na palestra as turmas 10ºG, 11ºB, 11ºF e 12ºB.
A Segunda Guerra Mundial foi um dos períodos mais faustos para a indústria conserveira, não pela quantidade exportada, mas pelos valores alcançados. O centro de Olhão à semelhança dos outros centros foi fortemente atingido pela falta de peixe, pelas dificuldades na aquisição de folha-de-flandres e nos transportes. As conservas de peixe – e o volfrâmio – estiveram no centro de uma guerra económica que teve como protagonistas, para além de Portugal, a Inglaterra e a Alemanha de Hitler. No seu bunker, em 1945, foram encontradas conservas portuguesas. O centro conserveiro de Olhão teve uma quota destacada de exportação de todas as espécies de conservas de peixe quer para a Inglaterra, quer para a Alemanha. Para ambos os produtos o «ouro nazi», produto do espólio confiscado aos judeus nos campos de concentração/extermínio, serviria para os pagar. Durante a II GM, conserveiros e os volframistas arrecadaram avultados lucros.

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Actualizado em Quarta, 01 Maio 2013 03:00
 

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